Smirnoff Experience: Nós estávamos lá!
Realmente espero que o Smirnoff Experience tenha vindo pra ficar. Festão!
A estrutura estava impecável (com alguns deslizeszinhos que abordarei depois), o local muito interessante e bem maior do que eu imaginava. Os bares estavam muito organizados, todos os atendentes sabiam fazer muito bem os drinks. Ah, os drinks….Quando foi divulgada a festa, ficou na minha cabeça: em festival de cerveja não tem vodka, será que em festa de vodka vai ter cerveja? E a resposta é não. Bem, mais ou menos, porque tinha Guiness. Mas para compensar tinha drinks maravilhosos e muito bem executados. Fiquei fã número 1 do Hyde Park: vodka, água de coco e folhas de hortelã. E relativamente baratos, os de Smirnoff red custavam R$12 e os de Smirnoff black R$16.
E tudo foi meticulosamente pensado pra galera não cair de bêbada: copinhos de água de graça (!!! – incrível) a noite toda, sanduiches no início da noite, lá pelas 3 da manhã, chocolatinhos Hersheys e depois, carrinhos de sorvete Rochinha fizeram a alegria. Comi um de maracujá e um de limão: glicose certa na hora certa. E não acordei de ressaca: objetivo duplamente alcançado: obrigada produção!


A pista 1 era a maior e tinha um pé direito bem baixo com uma iluminação bacana. Cheguei quando James Murphy e Pat Mahoney tinham acabado de entrar. Sonzera animada e divertida. Um telão atrás do palco passavam imagens das pessoas em cámeras espalhadas pela festa (medo). Acabei só voltando lá na hora do Derrick Carter, que também fez um set bem legal.


A pista 2 era menor e quando cheguei estava bem vazia, sofrendo com a concorrência da dupla do LCD Soundsystem. Tinha um problema, na minha opinião: o som estava exageradamente alto, mas alto de eu não conseguir ficar lá dentro. Era a pista mais tradicional em termos de decoração e iluminação.


Esperamos a pista 3 abrir e fomos conferir. Era bem menor que a 1, mas assim que cheguei pensei: “Este é o meu lugar!”. O ar condicionado forte deixava o ambiente fresquinho na medida, tinha um bar na pista, um caixa bem pertinho e a iluminação de LEDs atrás do DJ (feita por Muti Randolph) estava maravilhosa. O som perfeito e o set do Max Underson idem. Fiquei pra ver o Move D e não me decepcionei: techno deep e fino da melhor qualidade. Depois dele o John Tejada ficou meio chato e descemos pra ver o Derrick Carter.
Choveu bastante durante a noite e não foi problema até resolver ir no banheiro: o caminho até lá (banheiros químicos) era aberto e o toldo não era suficiente para protejer todos da fila. Podia ser maior e evitar o empurra-empurra que rolou. Outra coisa que senti falta foi de lugares para sentar. Acho a “sentadinha” crucial para uma boa permanência na festa. Apenas a pista 1 tinha um micro lounge. Faltou também divulgarem os VJ’s: além do Muti na pista 3, o VJ Spetto fez um trabalho magnífico na área externa das pitstas. São nomes fortes e agregam valor à qualquer festa.


Mas enfim: festão! Num ano que faltou (e muito) festas eletrônicas de porte, o Smirnoff Experience veio pra salvar a pátria ao 45 do segundo tempo. Minha modesta sugestão: coloquem mais 2 nomes bons em cada pista, façam um lounge bacana e transformem a festa num festival. Tem tudo pra isso. Vida longa ao Smirnoff Experience!


Não sei quanto a você, mas eu adorei o John Tejada.
Aquela pista tava sensacional.
Tomara que o Smirnoff Experience 2010 mantenha esse mesmo nível de qualidade. Agora que o Skol Beats acabou, infelizmente…
o meu drink preferido tu não citou! Ginger Pepper (era isso mesmo?) a receita era: vodka smirnoff black + gengibre + pimenta + H2O. Sensacional, e me manteve a noite toda!
Tinha um longe beeem legal q achei um pouco escondido pq estava vazio, aliás, ele ficava atrás da parede dessa última foto… rs